Descobri o professor Olavo quando estudava sobre a ONU, em 2017. Desde então tudo o que aprendi com ele mudou completamente a minha vida. Descobri que tudo o que eu acreditava era mentira e mudei todos os aspectos da minha vida. Através do professor Olavo de Carvalho eu descobri que tudo o que eu sabia, havia lido ou estudado era simplesmente mentira. Eu mergulhei na obra dele. Assisti todos os vídeos, li todos os livros e entrei no COF. O Olavo de Carvalho, inclusive, foi o primeiro responsável pela minha conversão e real conhecimento de Jesus. Sou grata a tudo o que o professor fez na minha vida, sem que, ele se quer soubesse que eu existo.
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Playlist do professor no meu canal do youtube: PLAYLIST OLAVO DE CARVALHO
Abaixo a lista de obras publicadas pelo professor OLAVO DE CARVALHO, eu pretendo trazer aqui um resumo de cada uma delas:
· Símbolos e mitos no filme ?O silêncio dos inocentes?. Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais. 1992.
· Os gêneros literários: seus fundamentos metafísicos. 1993.
· O caráter como forma pura da personalidade. 1993.
· A nova era e a revolução cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci. Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais & Stella Caymmi. 1994. [nota 1]
· Uma filosofia aristotélica da cultura. Rio de janeiro: Instituto de Artes Liberais. 1994.
· O jardim das aflições: de Epicuro à ressurreição de César ? Ensaio sobre o materialismo e a religião civil. Rio de Janeiro: Diadorim. 1995.
· Aristóteles em nova perspectiva: Introdução à teoria dos quatro discursos. Rio de janeiro: Topbooks. 1996.
· O imbecil coletivo: atualidades inculturais brasileiras. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade. 1996.
· O futuro do pensamento brasileiro. Estudos sobre o nosso lugar no mundo. 1998.
· O imbecil coletivo II: A longa marcha da vaca para o brejo e, logo atrás dela, os filhos da PUC, as quais obras juntas formam, para ensinança dos pequenos e escarmento dos grandes. Rio de Janeiro: Topbooks. 1998.
· O Exército na História do Brasil. Edição bilíngue (português / inglês). 4 Vols. Rio de Janeiro/Salvador: Biblioteca do Exército e Fundação Odebrecht. 1998.
· Coleção história essencial da filosofia. São Paulo: É Realizações. 2002-2006.
· A Dialética Simbólica ? Ensaios Reunidos. São Paulo: É Realizações. 2006.
· Maquiavel ou A Confusão Demoníaca. São Paulo: Vide Editorial. 2011.
· A filosofia e seu Inverso. São Paulo: Vide Editorial. 2012.
· Os EUA e a nova ordem mundial. Alexandre Dugin (co-autor), São Paulo: Vide Editorial, 2012.
· Visões de Descartes. Entre o gênio mau e o espírito da verdade. Vide Editorial, 2013.
· O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Felipe Moura Brasil (org.), 467 páginas, Rio de Janeiro: Record, 2013.
· Apoteose da vigarice ? Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil, (Volume I). São Paulo: Vide Editorial, 2013.
· O mundo como jamais funcionou ? Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume II). Vide Editorial, 2014.
· A fórmula para enlouquecer o mundo ? Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume III). Vide Editorial, 2014.
· A inversão revolucionária em ação ? Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume IV). Vide Editorial, 2015.
· O império mundial da burla ? Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume V). Vide Editorial, 2016.
· O dever de insultar ? Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil (Volume VI). Vide Editorial, 2016.
BIOGRAFIA:
"Olavo de Carvalho, nascido em Campinas, Estado de São Paulo, em 29 de abril de 1947, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros. Homens de orientações intelectuais tão diferentes quanto Jorge Amado, Arnaldo Jabor, Ciro Gomes, Roberto Campos, J. O. de Meira Penna, Bruno Tolentino, Herberto Sales, Josué Montello e o ex-presidente da República José Sarney já expressaram sua admiração pela sua pessoa e pelo seu trabalho.
A tônica de sua obra é a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia ?científica?. Para Olavo de Carvalho, existe um vínculo indissolúvel entre a objetividade do conhecimento e a autonomia da consciência individual, vínculo este que se perde de vista quando o critério de validade do saber é reduzido a um formulário impessoal e uniforme para uso da classe acadêmica. Acreditando que o mais sólido abrigo da consciência individual contra a alienação e a coisificação se encontra nas antigas tradições espirituais ? taoísmo, judaísmo, cristianismo, islamismo ?, Olavo de Carvalho procura dar uma nova interpretação aos símbolos e ritos dessas tradições, fazendo deles as matrizes de uma estratégia filosófica e científica para a resolução de problemas da cultura atual. Um exemplo dessa estratégia é seu breve ensaio Os Gêneros Literários: Seus Fundamentos Metafísicos, onde se utiliza do simbolismo dos tempos verbais nas línguas sacras (árabe, hebraico, sânscrito e grego) para refundamentar as distinções entre os gêneros literários. Outro exemplo é sua reinterpretação dos escritos lógicos de Aristóteles, onde descobre, entre a Poética, a Retórica, a Dialética e a Lógica, princípios comuns que subentendem uma ciência unificada do discurso na qual se encontram respostas a muitas questões atualíssimas de interdisciplinariedade (Uma Filosofia Aristotélica da Cultura ? Introdução à Teoria dos Quatro Discursos). Na mesma linha está o ensaio Símbolos e Mitos no Filme ?O Silêncio dos Inocentes? (?análise fascinante e ? ouso dizer ? definitiva?, segundo afirma no prefácio o prof. José Carlos Monteiro, da Escola de Cinema da Universidade Federal do Rio de Janeiro) que aplica a uma disciplina tão moderna como a crítica de cinema os critérios da antiga hermenêutica simbólica. Sua obra publicada até o momento culmina em O Jardim das Aflições(1995), onde alguns símbolos primordiais como o Leviatã e o Beemoth bíblicos, a cruz, o khien e o khouen da tradição chinesa, etc., servem de moldes estruturais para uma filosofia da História, que, partindo de um evento aparentemente menor e tomando-o como ocasião para mostrar os elos entre o pequeno e o grande, vai se alargando em giros concêntricos até abarcar o horizonte inteiro da cultura Ocidental. A sutileza da construção faz de O Jardim das Aflições também uma obra de arte.
É grande a dificuldade de transpor para outra língua os textos de Olavo de Carvalho, onde a profundidade dos temas, a lógica implacável das demonstrações e a amplitude das referências culturais se aliam a um estilo dos mais singulares, que introduz na ensaística erudita o uso da linguagem popular ? incluindo muitos jogos de palavras do dia-a-dia brasileiro, de grande comicidade, praticamente intraduzíveis, bem como súbitas mudanças de tom onde as expressões do sermo vulgaris, entremeadas à linguagem filosófica mais técnica e rigorosa, adquirem conotações imprevistas e de uma profundidade surpreendente.
A obra de Olavo de Carvalho tem ainda uma vertente polêmica, onde, com eloqüência contundente e temível senso de humor, ele põe a nu os falsos prestígios acadêmicos e as falácias do discurso intelectual vigente. Seu livro O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras (1996) granjeou para ele bom número de desafetos nos meios letrados, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda.
Contrastando com a imagem de rancoroso ferrabrás que seus adversários quiseram sobrepor à sua figura autêntica, Olavo de Carvalho é reconhecido, entre quem desfruta de seu convívio, como homem de temperamento equilibrado e calmo mesmo nas situações mais difíceis, e como alma generosa capaz de levar às últimas conseqüências, mesmo em prejuízo próprio, o dom de amar, socorrer e perdoar."
Roxane Carvalho
Que você entregue sua vida a Jesus.
Com amor, Taty